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Diego Figueiredo
Hometown: Brazil
Web site: http://www.myspace.com/diegofigueiredoguitar
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Biography:
Acclaimed by the critics as the newest discovery in the guitar world

“Diego is a unique musician” (Al Di Meola)

“One of the greatest guitarists I’ve seen in my whole life” (George Benson)

“Dear Diego: I listened to your CD “Segundas Intenções” (Ulterior Motives) and it was a magical moment. When I go to Brazil I would like to play together with you” (Pat Metheny)

“Diego Figueiredo is the new Baden Powell” (Jazzlive – Denmark)


Diego Figueiredo was born in Franca, Brazil, in 1980, and at the age of 4, he used to strike poses carrying his small guitar. At six, he got a mandolin, which was kept in a very special place in his house. Diego played many instruments before choosing the electric guitar when he was twelve, playing in theaters and local pubs, revealing the great art of improvising and harmonizing. At 15, he conquered theaters and nightclubs in many different Brazilian states, playing solo or with renowned musicians. For some years he joined different bands, like Banda Gênese and Squema Seis from Brasília, where he lived for a while. He has studied classical guitar, Brazilian Popular Music and jazz in conservatories in Franca, Ribeirão Preto and Tatuí. In 1999, he won first place in a contest in South America , when he was awarded a scholarship to study at Berklee College of Music, and when he got all judges amazed with his particular style. In June 2001, Diego Figueiredo conquered second place in VISA Prize of Instrumental Brazilian Popular Music, receiving high praise from the judges maestro Nelson Ayres, Guinga, Paulo Bellinati, Arrigo Barnabé, Ulisses Rocha, Rodolfo Stroeter, Benjamim Taubkin, Mário Zaccaro and others. He was finalist for the ICATU HARTFORD Prize in Rio de Janeiro and was praised by the judges Marco Pereira and Cristóvão Bastos as one of the greatest guitar soloists. Nowadays he accompanies the singer and songwriter Belchior in tours around Brazil and abroad. He has played and shared the stage with , Al Di Meola, John Scofield , Yellow Jackts, Hermeto Paschoal, Geraldo Azevedo, Sebastião Tapajós, Demônios da Garoa, Vanusa, Osvaldo Montenegro, Toquinho, Tunai, Paulinho da Viola, Nando Cordel, Edson Cordeiro, Dominguinhos, Moraes Moreira, Amelinha, Los Hermanos, Ednardo, Zeca Baleiro, Miyazawa and others. Besides being a guitar player, Diego is a producer, arranger, orchestrator, multi-instrumentalist and has recently produced and arranged the double album “As várias caras de Drummond” for which Belchior wrote the music for Drummond..s poems, and which was released in CARAS magazine. In performances around Europe, mainly in Germany, Diego impressed with his technique and sensitivity performing at the University of Berlin, at Quasimodo (where he shared the stage with John Scofield and Yellowjackets) and at the Brazilian Embassy. In 2001, 2002, 2003, 2005, he performed at La Paz Festijazz, held in Bolivia. In the first year, it was a duet with harmonica player Gabriel Grossi, and then a quartet with Daniel Santiago, Amoy Ribas and Gabriel Grossi and in the last year he played with the pianist Alexandre Piu. Diego was invited by the Symphonic Orchestra of La Paz to take part in the recordings of a CD and a DVD and to perform in some concerts to honor Tom Jobim, entitled Jobim de los Andes. This semester Diego will be releasing some works: a classical album, another album in which he plays several instruments, an album he produced for a Bolivian singer, and a book on Improvising entitled “New Patterns”. In July 2007 and 2005, Diego was the winner of Montreux Jazz Guitar Competition (Montreux Festival, Switzerland) and considered to be one of the greatest guitar players in the world. The competition had the jury presided by Al Di Meola and Gerge Benson . Diego was recently in New York as a special guest to give a workshop and to perform 3 concerts in IAJE – International Association for Jazz Education. Diego Figueiredo has just released his album “Autêntico” and has been performing around Brazil and abroad. Accompanied by great musicians, he presents an amazing show of sensitivity, technique and emotion which impresses all audiences. He is considered by the critics as one of the greatest guitar players of the present time. “He is to star on the most sophisticated stages in the world” (O Estado de São Paulo) by Paulo Bellinati. “He is one of the greatest arrangers I have ever seen. He is a monster. I am glad to be contemporary of this genius”. (Radio Eldorado) by Guinga. “Diego Figueiredo is not from Franca, he is from the world”. (Hermeto Paschoal -Visa Prize). “Diego is a light for Brazilian music.”. (Belchior). “He is a revelation. Few guitar players can do the same with so much assurance and imagination. He makes pure and complex sound like Joe Pass and Helio Delmiro”(Mauro Dias). “ His arrangements go new and honorable ways.” (Lauro Lisboa: Estadão). “I have never seen such a creative guitarist with such a clean technique” (Roberto Menescal). “From zero to ten I say twenty. The guitarist who listens to the album “Segundas Intenções” down to its last details will certainly take some time off” (Mauricio Enhom). “It was the best played guitar I have ever seen in my whole life” (Paulinho Nogueira). “Dear Diego: I listened to you CD “Segundas Intenções” and it was a magic moment. When I go to Brazil, I would like to play with you”





Após ser aclamado pelo Montreux Jazz Festival 2005 com um dos três melhores guitarristas do mundo, Diego acaba de conquistar o segundo lugar no Montreux Jazz Guitar Competition 2007 num júri presidido por George Benson. Nascido em Franca SP em 1980, aos quatro anos o pequeno Diego já fazia pose para fotos com seu violãozinho. Com seis, ganhou um bandolim que ocupava um lugar de destaque em sua casa entre os outros instrumentos. Diego brincou com vários instrumentos antes de optar pela guitarra quando tinha doze anos de idade, já tocando em teatros e bares locais, onde já se revelava na difícil arte de improvisar e harmonizar. Aos 15, dominava palcos de teatros e casas noturnas de diversos estados brasileiros, tocando solo ou acompanhado por renomados músicos. Durante alguns anos atuou em bandas de diferentes estilos, se aprimorando em áreas diversas na música. Estudou violão erudito, MPB e jazz em conservatórios de Franca, Ribeirão Preto e Tatuí. Em 1999 ganhou em primeiro lugar em guitarra na América do Sul, através de concurso, uma bolsa de estudos para Berklee College of Music onde a comissão julgadora ficou impressionada com seu estilo. Mas por outros motivos não pode desfrutar desta. Em junho de 2001, Diego Figueiredo conquistou o segundo lugar no Prêmio Visa de MPB instrumental tendo honrosos elogios do corpo de jurados. Foi finalista do Prêmio ICATU HARTFORD no Rio de Janeiro sendo dito pelos jurados, como um dos grandes guitarristas solo da atualidade. Diego tem feito parceria com o cantor e compositor Belchior em turnês pelo Brasil e exterior. Tocou também e dividiu palco ao lado de Al Di Meola, John Scofield , Yellow Jackts, Hermeto Paschoal, Geraldo Azevedo, Sebastião Tapajós, Demônios da Garoa, Vanusa, Osvaldo Montenegro, Toquinho, Tunai, Paulinho da Viola, Nando Cordel, Edson Cordeiro, Dominguinhos, Moraes Moreira, Amelinha, Los Hermanos, Ednardo, Zeca Baleiro, Miyazawa entre outros. Diego já se apresentou em impotantes programas de TV e Radio como: Jovens Tardes (Rede Globo), Raul Gil, Ratinho, Rony Von, Leda Nagli, EPTV, Ione, Amaury Junior, Metrópole, Jornal da cultura, All TV, Record internacional, Talentos (TV Câmara), Tv Assembléia, Tv senado, Radio CBN, Eldorado entre outros. Além de guitarrista, Diego é produtor, arranjador, orquestrador, multi-instrumentista e recentemente produziu e arranjou o álbum duplo “As varias caras de Drummond” em que Belchior musicou os poemas de Carlos Drummond de Andrade, e foi lançado pela revista CARAS. Diego já tocou em paises como: EUA, Alemanha, Inglaterra, Suécia, Bolívia, Dinamarca, Espanha, Argentina, Portugal e Suíça, se apresentando em grandes teatros, casas e festivais de jazz. Em 2001, 2002, 2003, 2005 se apresentou no La Paz Festijazz, realizado na Bolívia. Foi também convidado pelo governo de La Paz, para uma gravação (CD e DVD) e para fazer alguns shows em uma homenagem a Tom Jobim, intitulada (Jobim de los Andes). Em 2007 lançou o disco “Hojas Secas” também na Bolívia, Diego esteve em 2006 em New York onde foi convidado especial para ministrar workshop e fazer shows dentro do IAJE- International Association for Jazz Education. Foi recentemente convidado para dar um curso de musica brasileira na Universidade da Flórida na cidade de Gainsville nos EUA, onde também realizou alguns concertos. Diego Figueiredo esta fazendo shows por todo Brasil e exterior, apresentando um incrível espetáculo de sensibilidade, técnica e emoção que impressiona e contagia o publico por onde passa. É considerado hoje pela crítica especializada divulgada na imprensa um dos maiores guitarristas da atualidade. “Ele é para brilhar nos mais sofisticados palcos do mundo” (O Estado de São Paulo) por Paulo Bellinati. “É um dos maiores harmonizadores que eu já vi. É um monstro. Fico feliz de ser contemporâneo deste gênio”.(Rádio Eldorado) por Guinga. “Diego Figueiredo não é de Franca, ele é do Mundo”.(Hermeto Paschoal) “Prêmio Visa”. “Diego é uma luz para a musica brasileira”. (Belchior). “É uma revelação. Poucos guitarristas podem fazer o mesmo com tamanha segurança e imaginação. Tira um som puro e complexo como Joe Pass e Hélio Delmiro”.(Mauro Dias). “Seus arranjos percorrem trilhas inéditas e virtuosas” (Lauro Lisboa: Estadão). “Nunca vi um guitarrista tão criativo e com uma técnica tão limpa” (Roberto Menescal). “De zero a dez eu dou vinte. O guitarrista que escutar com detalhes o CD segundas intenções vai tirar uns meses de férias com certeza” (Mauricio Enhorn). “Foi a guitarra mais bem tocada que eu vi na minha vida” (Paulinho Nogueira) “Caro Diego: Escutei seu Cd “Segundas Intenções” e foi um momento Mágico. Quando eu for ao Brasil, gostaria de tocar com você” ( Pat metheny). “Diego é um músico singular” ( Al Di Meola). “ Diego foi um dos maiores monstros da guitarra que eu presenciei”( George Benson).












Diego Figueiredo
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